ATIVIDADE FÍSICA EM CASA PARA IDOSOS

Estudos diversos comprovam a eficácia da atividade física para que os idosos mantenham sua autonomia nas atividades da vida diárias – A.V.D.s – e vou contar um pouquinho desses benefícios.

A partir dos nossos 30 anos começamos a ter algumas perdas em nosso metabolismo, implicando em maior esforço para manter nosso peso, por exemplo.

Estima-se uma média de 10% de perda muscular por década, e, a partir dos 70 anos essa perda pode chegar até 50% por década, dependendo do estilo de vida da pessoa.

E uma perda muscular importante assim implica em perda de força para atividades simples como levantar da cama de manhã, por exemplo. Fora todo risco maior de desequilíbrio e quedas, podendo gerar fraturas, perda de mobilidade e ainda, dependência de outras pessoas para cuidados. A esta perda atribuímos o nome de SARCOPENIA.

Para combater a sarcopenia é necessária uma rotina básica de exercícios de força, flexibilidade e cardio. As organizações médicas e de saúde recomendam um mínimo de 30 minutos diários de exercícios, fazendo a alternância entre as modalidades, para que haja efetividade na manutenção da autonomia do indivíduo. O ideal é que se consulte um médico/geriatra para check-up inicial, verificação de alguma restrição e orientação quanto a eventuais adequações de medicação de rotina.

Existem casos de supressão de medicamentos com a implantação de rotina de exercícios, como os diuréticos e os “afinadores do sangue”, pois a atividade física produz efeitos similares para o organismo.

Após a consulta médica, deve-se procurar a orientação de um profissional de Educação física devidamente credenciado e preferencialmente que tenha conhecimento na área de idosos, pois existem certas adaptações que devem ser feitas para que o treino não seja inadequado e possa trazer todo benefício possível!

Para mais informações, entrem em contato!
Prof. Debora
CREF 023569/G-RJ
@atividadepop

Referências bibliográficas

Envelhecimento, estresse oxidativo e sarcopenia: uma abordagem sistêmica
Leni Everson de Araújo LeiteI; Thaís de Lima Resende II; Guilherme Marcos NogueiraIII; Ivana Beatrice Mânica da CruzIV; Rodolfo Herberto SchneiderI; Maria Gabriela Valle GottliebI
Rev. bras. geriatr. gerontol. vol.15 no.2 Rio de Janeiro  2012

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